quarta-feira, 5 de junho de 2019

Woody Allen começa a rodar novo filme em julho











O diretor Woody Allen começará a filmar em julho, na Espanha, seu próximo longa-metragem -o primeiro desde que "A Rainy Day in New York" teve seu lançamento cancelado pela Amazon, no auge do movimento #MeToo.
O cineasta é acusado pela filha, Dylan Farrow, de abuso sexual, mas sempre sempre se disse inocente. As acusações eram antigas, mas ganharam novo fôlego após a série de denúncias de assédio na indústria cinematográfica americana –com isso, vários artistas que atuaram em filmes de Allen disseram não ter interesse em trabalhar com ele outra vez.
O filme rodado na Espanha, que já havia sido anunciado em fevereiro, é uma comédia romântica sobre um casal americano que vai para o Festival de Cinema de San Sebastián. Na viagem, os dois se envolvem com outras pessoas -a mulher começa a ter um caso com um cineasta francês, e o marido se apaixona por uma espanhola que vive na cidade.
Além de Waltz, o novo longa terá no elenco Louis Garrel, Elena Anaya, Gina Gershon, Sergi López e Wally Shawn. O filme será produzido pelo estúdio Mediapro, o mesmo de outros filmes do diretor, como "Vicky Cristina Barcelona" e "Meia-Noite em Paris".

Ator Hugh Jackman não está no filme:Diretor de X-Men, Fênix Negra revela












Pouco antes do lançamento de Logan, ainda em 2017, o astro Hugh Jackman, responsável por dar vida ao Wolverine por quase duas décadas nos cinemas, deixou bem claro que pretendia finalmente se aposentar do papel. No entanto, uma boa parte dos fãs do brucutu ainda carregava aquela boa e velha esperança de que eventualmente ele apareça de surpresa para matar as saudades. 
Bom, por mais difícil que possa ser ouvir isso, não é em X-Men: Fênix Negra que o veremos novamente. Mesmo que as imagens e trailers tenham deixado bem claro que agora os mutantes estão passando por uma fase bem diferente, o diretor Simon Kinberg fez questão de explicar exatamente o motivo da ausência do herói, durante uma entrevista para a Rolling Stone.
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Primeiro encontro entre Hugh e Sophie, em X-Men: Apocalipse.
"Conhecendo a história da Fênix Negra, é provável que você queira ver o relacionamento amoroso entre Logan e Jean. Mas eu acho que, mesmo estando ótimo para a idade, o Hugh Jackman e a Sophie Turner... não seria uma boa ideia", disse. 
Reforçando que, de fato, a diferença de idade entre os dois poderia soar atípica, quando Wolverine teve seu envolvimento com Jean Grey retratado nas telonas, a personagem era interpretada por Famke Janssen, que é quatro anos mais velha que o ator. 


Com Jennifer Lawrence, Nicholas Hoult, Jessica Chastain, Tye Sheridan, Alexandra Shipp, Kodi Smit-McPhee, Evan Peters, Kota Eberhardt, Andrew Stehlin e Summer Fontana no elenco, X-Men: Fênix Negra chega aos cinemas brasileiros em 6 de junho.

Uma hora ele tem que descansar, gente!

Terra



Diretor do Grêmio nega proposta do futebol português por Luan



Em baixa no Grêmio, o meia-atacante Luan foi alvo de especulações a respeito do seu futuro no time gaúcho. De acordo com o jornal 'A Bola', o camisa 7 é um dos alvos do Porto, de Portugal para reforçar o elenco.No último sábado, após nova derrota do Tricolor no Brasileirão, o diretor de futebol do Tricolor, Alberto Guerra deixou claro que não recebeu nenhuma procura do futebol europeu, principalmente do gigante português pelo jogador.


'Desconheço totalmente a situação de uma proposta pelo Luan . Respondi teus colegas de Portugal, não chegou nada para nós. Inclusive estava do lado do presidente Romildo na hora. O Grêmio não tem nenhum conhecimento. Isso é mais uma especulação, tem que ver se é verdade. O fato é que o Grêmio não recebeu nenhuma oferta por ele', afirmou o dirigente.
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Segundo a publicação portuguesa, o Porto pretende oferecer 8 milhões de euros (R$ 35 milhões) por Luan. Lembrando que a cláusula de rescisão é 18 milhões de euros.

Sem moral
Antes incontestável e visto como o principal jogador do elenco, o momento de Luan é completamente diferente. Nesta temporada, o camisa 7 foi afastado por Renato Gaúcho após a derrota na Libertadores da América para aprimorar a parte física e técnica.
Além disso, como 2018 não foi tão positivo, o meia-atacante chegou a ficar próximo de trocar o Grêmio pelo Cruzeiro em janeiro. Porém, como Luan não se empolgou com a negociação, as duas equipes preferiram interromper o acordo.

Terra

Bolsonaro torce para argentinos, diz ‘La Nacion’


O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou, em uma extensa entrevista publicada hoje pelo jornal argentino La Nacion, estar na torcida para que o país vizinho vote em um presidente de centro-direita nas eleições que ocorrerão em 27 de outubro e salientou que “Brasil e Argentina não podem voltar à corrupção”. “Nós torcemos para que o povo argentino eleja um candidato de centro-direita, como fez o Brasil e também Paraguai, Chile, Peru e Colômbia”, declarou. “A Argentina e o Brasil não podem voltar à corrupção do passado, uma corrupção desenfreada pela busca ao poder. Contamos com o povo argentino para eleger bem seu presidente em outubro”, afirmou. 
A afirmação foi uma crítica indireta à candidatura à vice-presidência de Cristina Kirchner, antiga aliada dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Cristina também é a principal oponente do presidente argentino no poder, Mauricio Macri, a quem Bolsonaro tem simpatia. A entrevista foi concedida no Palácio do Planalto aos jornalistas argentinos. 
O La Nacion abriu a reportagem mencionando que Bolsonaro assumiu o poder há cinco meses, mas sofre com a retração da economia, a popularidade erodida e dificuldades para dar andamento à sua agenda no Congresso. 
Além disso, o jornal classifica o presidente brasileiro como um ex-militar que não mede as palavras, nem as consequências de seus atos, aparentando preferir o ataque como principal defesa. Na entrevista, Bolsonaro contou que viajará para a Argentina na próxima semana, acompanhado de vários ministros, para discutir detalhes finais do acordo em discussão entre o Mercosul e a União Europeia. “O acordo vai estimular nossas economias. Temos consciência de que podemos perder algumas coisas, mas, em termos gerais, será muito bom. E vamos tratar de outras medidas de cooperação bilateral também”, afirmou.

Estadão/Politica Livre

Comissão adia votação de crédito suplementar







A Comissão Mista de Orçamento (CMO) adiou nesta quarta-feira, 5, a votação do crédito suplementar que o governo solicitou ao Congresso para a próxima terça-feira, 11. A sessão foi prorrogada após partidos do Centrão e da oposição se unirem para pedir a verificação do quórum de parlamentares presentes no colegiado e impedir a votação da proposta. O pedido foi feito pelo PL e apoiado por PT e PCdoB. De acordo com o relator do projeto, deputado Hildo Rocha (MDB-MA), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), concordou em convocar uma nova sessão conjunta do Congresso na semana que vem para votar o projeto após a CMO. 
A sessão do Congresso será realizada mesmo assim para analisar os vetos presidenciais que trancam a pauta. O governo solicitou ao Congresso a abertura de um crédito extra no valor de R$ 248,9 bilhões para garantir o pagamento de programas como Bolsa Família, Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Plano Safra sem descumprir a chamada regra de ouro – que impede a emissão de dívida para pagar despesas correntes, como salários. 
O líder da minoria no Congresso, Carlos Zarattini (PT-SP), anunciou que a oposição condiciona a votação à redução do valor para R$ 146 bilhões. “Acho que o acordo de procedimento que foi feito é bom, não prejudica de maneira nenhuma o bom andamento desse projeto”, disse Hildo Rocha, ressaltando que não há acordo sobre o valor do crédito a ser aprovado. O governo fez um apelo para que o Congresso aprove a proposta até o próximo dia 15. Mais cedo, em entrevista ao Broadcast, o relator afirmou que o Planalto não conseguirá aprovar o projeto antes de 20 dias sem um acordo com a oposição.
Estadão/Politica Livre

terça-feira, 28 de maio de 2019

4 fatores que mostram o que há de errado com a economia brasileira












Em 1º de janeiro, quando o presidente Jair Bolsonaro tomou posse, muita gente estava com receio de que o mandatário não seria capaz de unir o país.
Os mercados ficaram entusiasmados com as perspectivas de reformas liberais que estavam por vir.
Mas as esperanças logo começaram a desmoronar. Uma série de erros do governo - disputas políticas internas, a tentativa desajeitada de intervenção do Estado na política de combustíveis e a falta de liderança no Congresso - dificultaram as perspectivas de crescimento.
A maioria dos analistas reduziu pela metade suas expectativas de crescimento para o Brasil e agora acredita que até 2020 não haverá crescimento significativo.

1. Não há recuperação econômica à vista
Na década anterior, o Brasil era enaltecido (juntamente com a Rússia, Índia, China e África do Sul) como uma das potências do Brics - economias emergentes com taxas super altas de crescimento que ultrapassariam as economias desenvolvidas até 2050.
O desempenho econômico desta década, no entanto, indica que o Brasil não pertence a essa categoria.

2. O problema do desemprego não está sendo resolvido 

Quem paga o preço são os trabalhadores brasileiros.

O número de desempregados aumentou de 7,6 milhões em 2012 para 13,4 milhões neste ano.

3. A moeda e a bolsa frustraram as expectativas pós-eleitorais
Durante grande parte da campanha, o real se recuperou fortemente quando ficou claro que Bolsonaro venceria a eleição.
Foi um sinal claro de confiança dos investidores no exterior.
Uma pesquisa da Bloomberg, realizada no fim do ano passado com os principais estrategistas internacionais, colocou o Brasil no topo da lista das melhores apostas em três categorias: câmbio, títulos e ações.
Após quase cinco meses, as perspectivas agora são sombrias.

4. Ainda atolado em dívidas
Mas por que o Brasil está tão bagunçado?
O principal consenso entre analistas de mercado - e também entre integrantes do governo Bolsonaro - é que o país começou a gastar muito dinheiro por volta de 2013, durante a gestão da presidente Dilma Rousseff.
Desde então, um dos principais termômetros da economia brasileira tem sido o déficit fiscal - a quantidade de dinheiro gasto além das receitas do país.
Alguns economistas dizem que o principal responsável é o sistema previdenciário, com os brasileiros se aposentando cedo demais (alguns com pouco mais de 50 anos) e com muitos benefícios (especialmente entre os funcionários públicos).
Durante os anos de expansão, o Brasil tinha uma dívida que era 51% do tamanho da sua economia.
O crescente déficit fiscal elevou o nível da dívida para 77,1%.
O governo diz que, se nada for feito, a dívida do país será do tamanho de toda a sua economia até 2023.

GOVERNO PEDE AO STF QUE FORÇAS POLICIAIS REALIZEM AÇÕES DENTRO DAS UNIVERSIDADES










A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu que o Supremo Tribunal Federal (STF) autorize realização de operações policiais em universidades públicas e privadas para apurar irregularidades eleitorais. O caso está com a ministra Cármen Lúcia, relatora no STF. 



Na ocasião, a relatora Cármen Lúcia suspendeu operações em universidades e o plenário da Corte referendou por unanimidade. Os ministros consideraram que as medidas feriram a liberdade de expressão de alunos e professores e rechaçaram quaisquer tentativas de impedir a propagação de ideologias ou pensamento dentro dos estabelecimentos de ensino. 



"Nesse sentido, ressalte-se que a universidade deve sim ser reconhecida como um espaço de livre debate de ideias, mas sem a prevalência de corrente de pensamento específica, e que, eventualmente, essa parcialidade possa interferir no processo eleitoral de forma ilegal", diz a AGU. 



A AGU diz que se o STF proibir operações impedirá "a apreciação, no caso concreto, da existência ou não de ofensa à legislação em decorrência de atos ocorridos no âmbito das universidades". "Por conseguinte, persistiria a violação a outros preceitos fundamentais da Carta da República, consistentes na regularidade, igualdade e legitimidade da disputa eleitoral."
O parecer de 31 páginas diz ainda que "permanece autorizada a discussão de ideias no âmbito das universidades, sempre com espaço para posições divergentes, desde que semelhante debate possua pertinência com as atividades acadêmicas e não se converta em autêntica propaganda eleitoral".